
Primeiros Socorros
Pronto Socorro: Organizando e Atendendo pacientes
Capítulo 2.1 - Organizando Pacientes (Triagem)
Um ambiente que recebe e atende ferides, pode ter seus dias mais calmos, porém em questões de segundos pode vim a se tornar o um caos completo.
Pessoas feridas, choramingos, fraturas, cortes, sangramentos, até menos fraturas expostas, em conjunto com curandeires correndo de um lado para outro com utensílios médicos, muitas vezes pode se tornar bem desorganizado.
Ao escolher trabalhar no cuidado de humanes ser metódique e organizade é essencial, cada segundo conta e cada minuto é uma vida a mais ou a menos.
Visando tratar com perfeição o maior números de pessoas de forma urgente, são usados métodos de organização.
A equipe de pronto socorro responsável e disponível divide-se de forma racional ( levando em conta mais, ou menos, experiência na área), para fazer a triagem (check up) du paciente e etiqueta-lu fazendo uso do Protocolo de Manchester.
Triagem consiste em uma série de perguntas e exames rápidos (checagem de pressão, pupila e batimentos cardíacos) feitos nus ferides para avaliar a gravidamente de seus ferimentos.
O que é o Protocolo Manchester?
O Protocolo de Manchester é um sistema de triagem. Ele ajuda a organizar a ordem de atendimentos dos pacientes que chegam na instituição e facilita, posteriormente, o atendimento dessas pessoas.
A técnica recebe esse nome pois surgiu em Manchester no ano de 1997, sendo rapidamente difundida e aplicada em hospitais de todo o Reino Unido e da Europa como um todo. Mais tarde chegando nos demais continente.
Como funciona o Protocolo de Manchester?
A técnica é bastante simples, e consiste em classificar os pacientes que chegam ao hospital em 4 níveis. Para realizar essa classificação, o método utiliza 4 cores: Vermelho, Laranja, Amarelo e Verde
Cada cor simboliza o estado em que o paciente se encontra, determinando assim a gravidade do caso. Do mesmo jeito, cada cor utilizada determina um tempo máximo para que o atendimento ocorra, estabelecendo, assim, as prioridades de atendimento. Confira a tabela.
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Vermelho: Emergência – Existe risco imediato à vida do paciente e ele precisa ser atendido imediatamente.
Tempo máximo para ser atendido 0 minutos.
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Laranja: Muito urgente – Existe risco à vida do paciente e ele precisa ser atendido o quanto antes.
até 10 minutos.
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Amarelo: Urgente – Não é considerado uma emergência, mas o paciente precisa passar logo por uma avaliação.
até 60 minutos.
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Verde: Pouco urgente – É considerado um caso menos grave, o paciente pode aguardar atendimento ou ser encaminhado para outro serviço de saúde.
até 120 minuto.
Isso não é um diagnóstico!
Válido salientar que isso não é um diagnóstico. Esses níveis são classificados pelus curandeires de acordo com os sinais e sintomas que o paciente apresenta, como dor, estado físico, complexidade, etc.
Capítulo 2.2 - Ficha do Paciente.
Após a realização da triagem o curandeiro deve montar a ficha du paciente que deve constar no cabeçalho de todo atendimento.
Nome do paciente
Cor da fita (Verde, amarela, laranja ou vermelha)
Enfermidades
Ao final do atendimento deve constar a atualização desta mesma ficha com o nome du curandeire ou subcurandeire que u atendeu.
Nome do paciente
Cor da fita anterior
Enfermidades
Procedimentos realizados
Recomendação
Previsão de alta
Assinatura du curandeire
Capítulo 2.3 - Atendendo pacientes
Após realizar a triagem e classificar u paciente seguindo o protocolo manchester, o próximo passo é atende-lu da devida forma.
É essencial que ume bom curandeire, saiba como identificar e tratar as diversas enfermidades e qual o procedimento correto.
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Hemorragias
A hemorragia é a perda de sangue que acontece após um ferimento, pancada ou alguma doença, devido ao rompimento de vasos da circulação sanguínea. A hemorragia pode ser externa, quando o sangramento é visualizado para fora do corpo, ou interna, quando acontece para dentro do corpo e que podem não serem percebidas, sendo mais difíceis de diagnosticar, ocorrem em locais como o abdômen, crânio ou pulmão. Estas hemorragias podem ser provocadas por lesões e fraturas.
Uma vez que na hemorragia externa pode haver uma grande perda de sangue em pouco tempo, é importante ir ao CSN o mais rápido possível, especialmente se for uma ferida muito extensa ou se não parar de sangrar ao fim de 5 minutos.
Já no caso da hemorragia interna o sangramento pode ser mais difícil de identificar, mas ainda assim deve ser ser avaliado por um médico. Por isso, se existir suspeita de uma hemorragia, deve-se sempre ir ao hospital.
Como acontece a hemorragia
A hemorragia acontece devido a uma lesão de diferentes vasos da circulação sanguínea, podendo ser classificada como:
1. Capilar
É o sangramento mais comum, que acontece no dia-a-dia, geralmente, devido a pequenos cortes ou escoriações, em que apenas os pequenos vasos que chegam até a superfície do corpo, chamados de capilares, são atingidos.
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O que fazer: como este tipo de hemorragia é leve e de pequena quantidade, o sangramento costuma parar apenas com a aplicação de alguma pressão no local por 5 minutos. Após parar, pode-se lavar o local com cuidado, utilizando água e sabão e, depois, cobrir com um curativo limpo e seco.
2. Venosa
É a hemorragia que acontece devido a algum corte grande ou mais profundo, com sangramento em fluxo contínuo e lento, por vezes de grande volume, através da ferida.
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O que fazer: este tipo de sangramento só é grave quando se atinge uma veia de grosso calibre, e, por isso, costuma parar com a compressão do local, com um pano limpo. Neste caso é necessária a realização de uma sutura da ferida para que não haja risco de infecção ou novo sangramento.
3. Arterial
É o tipo de hemorragia em que são atingidas as artérias, isto é, os vasos que levam sangue do coração ao resto do corpo e, por isso, têm sangue vermelho vivo, com grande fluxo e intensidade. O sangramento arterial é o tipo mais grave, e pode, até, provocar jatos de sangue para locais distantes do corpo e risco de morte.
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O que fazer: como é um sangramento grave, deve ser parado o mais rápido possível, com a compressão forte do local com panos limpos ou com a realização de um torniquete, pois é uma hemorragia de mais difícil controle. Deve-se ir rapidamente ao CSN. Se o sangramento for em um braço ou perna, pode-se elevar o membro para facilitar a contenção. Neste caso é necessário que o curandeire, estabilize u paciente e leve-u até uma sala de cirurgia para uma sutura mais elaborada.
O torniquete não deve ficar muito tempo impedindo a circulação, pois, se esta ficar ausente por um longo período, pode causar morte dos tecidos desse membro, o que reforça a importância de chegar rapidamente ao pronto socorro.
Existe ainda a hemorragia do tipo mista, que é quando mais de um tipo de vaso é atingido, geralmente devido a algum acidente ou pancada forte, e podendo ser mais difícil de identificar.
Sinais e sintomas da hemorragia:
Os sintomas provocados por um sangramento dependem não só da origem, mas também da sua localização, podendo ser classificada em:
Hemorragia externa
Quando a hemorragia é externa pode-se, facilmente, notar a sua presença, pela exteriorização de sangue. Sua quantidade e intensidade depende do tipo de vaso afetado, e se é uma região do corpo com muitos vasos. Por exemplo, cortes no couro cabeludo causam mais sangramento, mesmo sendo pequenos, pois é uma região muito vascularizada.
Hemorragia interna
Quando é interna, pode ser mais difícil de identificar, porém os sinais que indicam a presença de uma hemorragia deste tipo são:
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Palidez e cansaço;
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Pulso rápido e fraco;
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Respiração acelerada;
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Muita sede;
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Queda da pressão;
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Náuseas ou vômitos com sangue;
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Confusão mental ou desmaios;
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Muita dor do abdômen, que fica endurecido.
Na suspeita de uma hemorragia interna, deve-se procurar o CSN o mais rápido possível, para que sejam feitos os procedimentos ou cirurgias necessárias para que seja contida
Possíveis Causas
São várias as causas que podem estar na origem a uma hemorragia interna:
1. Lesões
Lesões provocadas por acidentes de carro, agressões ou quedas, por exemplo, podem danificar a cabeça, alguns órgãos, vasos sanguíneos ou ossos e provocar hemorragias internas.
2. Fratura
O sangramento pode ocorrer devido a fraturas nos ossos, porque contêm no seu interior medula óssea, que é onde é produzido o sangue. A fratura de um osso grande, como o fémur, pode levar à perda de quase meio litro de sangue.
fonte: https://www.tuasaude.com/tipos-de-hemorragia/
2. Fraturas
Uma fratura óssea é a perda da continuidade de um osso, que o divide em dois ou mais fragmentos. As fraturas ósseas são acontecimentos muito frequentes. Algumas fraturas são tão simples que nem chegam a ser percebidas ou resolvem-se espontaneamente, mas outras podem ser tão graves que acarretam risco de morte.
Principais causas de uma fratura óssea
Os traumatismos que incidem sobre os ossos com forças superiores a sua capacidade de deformação são as causas mais frequentes de fraturas. Isso acontece, sobretudo, em quedas, pancadas e acidentes, mas há também fraturas que ocorrem devido a impactos mínimos ou até espontaneamente, chamadas fraturas patológicas.
Principais sinais e sintomas de uma fratura óssea
As queixas mais comuns são dores, inchaço, incapacidade total ou parcial de movimentos, deformidades e posturas anormais, sinais do traumatismo, como hematomas, lesões cutâneas, etc. Nas fraturas expostas ou complicadas podem aparecer outros sinais e sintomas além desses, dependendo do tipo de evento.
Os principais tipos de fraturas ósseas
Há uma grande variedade de fraturas. Elas podem ser múltiplas ou únicas, por encurtamento muscular violento ou por torção, completas ou incompletas, oblíquas, epifisárias, fechadas ou abertas, etc. Podem ainda ser classificadas segundo outros critérios:
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Segundo as suas causas:
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Fraturas traumáticas: representam a maioria das fraturas e são causadas pela aplicação sobre o osso de uma força maior que sua resistência. Podem ocorrer no local do impacto (por exemplo, uma fratura de úmero por uma pancada) ou à distância (por exemplo, uma fratura da clavícula quando se apoia com a mão, após uma queda). Podem ocorrer também por uma contração muscular violenta ou serem devidas à aplicação repetida e frequente de pequenas forças sobre um osso, enfraquecendo-o progressivamente.
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Segundo a lesão envolvida:
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Fraturas simples: apenas o osso é atingido e não há perfuração da pele ou lesão de outras estruturas adjacentes.
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Fraturas expostas: a pele é rompida e o osso fica exposto ao exterior. Nesse tipo de fratura com frequência ocorre infecção bacteriana e mesmo que ela ainda não esteja presente, justifica-se o uso preventivo de antibióticos.
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Fraturas complicadas: quando são atingidas outras estruturas além dos ossos, como vasos sanguíneos, nervos, músculos, etc.
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Usa-se chamar de politraumatizado ao paciente que tenha sofrido ao mesmo tempo várias fraturas num mesmo ou em diversos ossos. Fraturas cominutivas são aquelas em que o osso se parte em vários pequenos fragmentos.
Como ume curandeire diagnostica uma fratura óssea?
Em geral um raio-x é suficiente para confirmar uma fratura e para classificar o seu tipo. Conforme as circunstâncias do caso e se for necessária cirurgia, outros exames laboratoriais podem estar indicados para avaliar o estado geral do paciente. Em alguns casos, exames de imagens mais precisos, como a ressonância magnética, por exemplo, podem ser necessários para diagnóstico e/ou acompanhamento do caso.
Como u carandeire trata as fraturas ósseas?
O tratamento das fraturas ósseas depende do tipo e das características delas, mas a cirurgia deve ser considerada como a última opção, reservada para casos especiais como fraturas expostas ou complicadas. O tratamento conservador procura favorecer condições para que ocorra o processo natural de reparação do osso e é variável conforme o osso que tenha sido atingido e o tipo de lesão em causa. Nas fraturas em que tenha ocorrido desvio ósseo é necessário recolocá-lo no lugar, exercendo pressão sobre o membro afetado e fazendo com que o osso volte a ficar alinhado e na sua posição natural. Depois desse alinhamento, o membro afetado deve ser imobilizado, para que não haja dor e possa ocorrer uma reparação da fratura, o que pode ser feito por vários meios. O mais frequente é que seja usada uma tala gessada ou o suporte com ligaduras elásticas. Conforme o osso atingido ou o tipo de fratura, essa imobilização pode variar de três a oito semanas, ou ainda mais. Ao mesmo tempo, podem ser usados analgésicos e anti-inflamatórios para alívio da dor e da inflamação local. Alimentos que contenham cálcio favorecem a consolidação óssea.
O tratamento cirúrgico fica reservado para aqueles casos em que não possa ser feito um tratamento conservador e ele também procura restabelecer o alinhamento normal do osso e manter esse alinhamento até a reparação da fratura. Adicionalmente, permite também corrigir algumas lesões de partes moles, como vasos sanguíneos rompidos, por exemplo. O restabelecimento da continuidade óssea por meio cirúrgico pode ser feito com a utilização de placas, parafusos, varetas endomedulares ou fios metálicos.
3. Cortes
Cortes são lesões que envolvem uma ruptura interna ou externa nos tecidos do corpo, geralmente envolvendo a pele.
Tipos e Cuidados
Quando os cortes são superficiais, o organismo se encarrega de cicatrizá-los. Na corrente sanguínea, existem plaquetas e proteínas encarregadas de formar coágulos para interromper a circulação, assim que algum vaso se rompe. No entanto, algumas medidas simples tomadas no momento do acidente podem acelerar processo de recuperação.A primeira é lavar as mãos com água e sabão (qualquer sabão) antes de prestar o atendimento para não levar germes para a área afetada. Os dois passos seguintes são comprimir o local com gaze ou pano limpo até estancar o sangue e lavar o ferimento, também com água e sabão, para remover resíduos de sujeira. Tudo isso feito com muito cuidado para não agravar a lesão.
Se os cortes forem mais profundos, o mais urgente é estancar o sangramento. Às vezes, porém, é tanto sangue que se torna quase impossível ver o local por onde ele escapa. Nesse caso, deve-se limpar a região com um pano embebido em água até encontrar o local do ferimento. Depois é só pressioná-lo com gaze ou com um pano limpo para estancar o fluxo de sangue. Se isso não acontecer em cinco ou dez minutos, no máximo, a pessoa deve ser encaminhada para socorro médico. Cortes muito profundos com sangramento abundante exigem atendimento médico de urgência.
Cortes na cabeça
Cortes na cabeça necessitam de cuidados especiais. De modo geral, eles provocam sangramento abundante por causa do grande número de vasos sanguíneos concentrados nessa parte do corpo. Se o corte for superficial, quase sempre é suficiente lavar o local com água e sabão e comprimir o ferimento para que o sangue estanque em, no máximo, dez minutos. Já os cortes mais profundos podem necessitar de pontos que devem ser dados por um médico.
Ocasionalmente, a pancada que provocou o corte na cabeça pode também ter provocado sangramento em algum vaso situado no interior do cérebro ou nas membranas que o envolvem, as meninges. Esses casos precisam ser diagnosticados depressa, porque o sangue extravasado pode comprimir estruturas cerebrais de importância vital para a sobrevivência.
Neste caso u feride deve ser encaminhade o mais rápido possível para fazer realizar uma tomografia computadorizada e que fique em observação por 24 horas.
Recomendações
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Nunca aplique álcool, pomadas ou produtos desinfetantes no local do ferimento. Apenas lave a área com água e sabão;
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Não assopre o ferimento para não contaminar a região com os germes que habitam normalmente nossa boca;
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Não utilize algodão para estancar o sangue, porque as fibras grudarão na ferida, o que tornará mais difícil a sua remoção;
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Procure assistência médica, se surgirem sinais de infecção (vermelhidão, calor, dor, inchaço e pus) na região do ferimento;
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Certifique-se da necessidade de tomar uma dose de reforço da vacina antitetânica se o ferimento foi provocado por um objeto enferrujado ou sujo de terra;
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Não se assuste se o sangue do ferido respingar em você. Nenhum germe poderá penetrar sua pele, se ela estiver íntegra. Entretanto, se sua pele estiver ferida e a pessoa acidentada não tiver condições de ajudar a estancar o sangramento, tente improvisar uma luva ou outro material de proteção para evitar o contato do sangue com sua pele machucada.
fonte: https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/corte/
4. Queimaduras
Queimaduras são lesões na pele provocadas geralmente pelo calor, mas também podem ser causadas pelo frio, determinados produtos químicos, radiações, eletricidade e até fricções.
Elas precisam serem avaliadas de acordo com sua gravidade para ter o tratamento correto e evitar complicações.
Graus de queimaduras
A queimadura de pele é classificada de acordo com a complexidade das lesões causadas e comprometimento das áreas afetadas.
Queimadura de 1º grau:
São queimaduras superficiais e que têm como característica a vermelhidão da região, inchaço e dor (que pode variar de leve a moderada). Não há formação de bolhas e a pele não se desprende. Após a cicatrização, a pele pode ficar um pouco escura, mas volta ao tom normal com o tempo.
Não necessitam de atendimento médico e, geralmente, melhoram entre 3 e 6 dias. O tratamento consiste apenas em manter a pele e o organismo hidratados. Se a dor for incômoda, um analgésico poderá ajudar.
Queimadura de 2º grau:
São aquelas que comprometem a epiderme ou derme, acompanhadas de dor mais intensa. Nesses casos é comum o aparecimento de bolhas ou o desprendimento total ou parcial da pele afetada. A recuperação pode deixar cicatrizes e manchas claras ou escuras.
O tratamento é composto de limpeza, desbridamento das bolhas (remoção dos tecidos desvitalizados) e proteção da região afetada. Importante: apenas um profissional de saúde poderá fazer a retirada do tecido desvitalizado.
Queimadura de 3º grau:
Ocorre a destruição total de todas as camadas da pele e, portanto, são mais graves e, em alguns casos, até fatais. Apesar disso, são as que menos doem, pois, de tão profundas, danificam as terminações nervosas. A região afetada pode ficar esbranquiçada ou escurecida.
Esse tipo de queimadura sempre deixa cicatriz, podendo, inclusive, comprometer a movimentação do local afetado. Nesses casos, o tratamento é mais complexo e demorado, necessitando de internamento, enxertia e até cirurgia plástica.
Tratamento
As lesões devem ser avaliadas e classificadas de acordo a sua gravidade para serem tratadas, todas devem ser lavada com soro para evitar infecções, de acordo com o grau deve ser aplicado o medicamento indicado ou procedimento.
1° Grau:
Devem ser bem lavadas com água fria abundante e sabão, aplicar uma pomada para queimadura e enfaixar para evitar qualquer contaminação.
2° Grau:
Devem ser bem lavadas com soro para evitar infecções, é recomendável não estourar as bolhas, apenas caso elas estejam desprendendo da pele, então deve-se ser retirada toda a camada. Após isso, aplica-se a pomada, cobre-se toda a região com gaze e enfaixe com atadura.
Dependendo do local afetado e dimensão da lesão é necessário deixar u paciente internado para a reidratação e aplicação de analgésicos na veia para diminuir a dor.
3° Grau:
As mais graves de todas as queimaduras. Devem ser lavadas com soro da mesma forma para evitar infecções, deve ser retirado todas as camadas de pele que estão se desprendendo e ser realizado o processo enxertia.
Para mais informações: https://drauziovarella.uol.com.br/reportagens/tratamento-de-queimaduras-inclui-enxerto-e-uso-de-malha-compressiva/
fonte: https://www.vuelopharma.com/como-tratar-queimaduras/